quinta-feira, 11 de maio de 2023

Ter uma companhia é importante ou trás algum impacto para a boa saúde, física e/ou mental?

Envelhecer é uma fase da vida que pode trazer muitas mudanças, desafios e oportunidades. À medida que envelhecemos, é natural que possamos experimentar algumas limitações físicas e mentais que podem afetar nossa qualidade de vida. No entanto, ter uma companhia para envelhecer pode ser uma das melhores formas de manter a saúde e a felicidade na velhice.



A solidão pode ser um grande desafio para as pessoas idosas. A falta de interação social pode levar a sentimentos de isolamento, tristeza e depressão. Estudos mostram que a solidão pode ter efeitos negativos sobre a saúde mental e física de uma pessoa, incluindo aumento do risco de doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes e doenças cardíacas.


Por outro lado, ter uma companhia na velhice pode trazer muitos benefícios. A interação social pode ajudar a manter o cérebro ativo, melhorar o humor e a autoestima, e até mesmo prolongar a vida. Ter alguém para conversar, compartilhar experiências e se divertir pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade, além de proporcionar um senso de propósito e significado na vida.


Uma companhia também pode ser útil para ajudar nas tarefas cotidianas, como fazer compras, cozinhar ou cuidar da casa. Ter alguém para ajudar nas atividades diárias pode reduzir o risco de quedas, lesões e outros acidentes.


Além disso, ter uma companhia pode incentivar a prática de atividades físicas, o que é essencial para manter a saúde na velhice. Caminhar, dançar, nadar ou praticar qualquer outra atividade física com um companheiro pode tornar o exercício mais divertido e motivador.


Por fim, ter uma companhia na velhice pode proporcionar um senso de segurança e conforto emocional. Saber que alguém está lá para apoiar e cuidar de você pode ser reconfortante e tranquilizador.


Em resumo, ter uma companhia para envelhecer pode ter um impacto significativo na saúde física e mental de uma pessoa. Seja um cônjuge, amigo ou membro da família, ter alguém para compartilhar a jornada da vida pode ajudar a manter a felicidade e a qualidade de vida na velhice. 

quinta-feira, 4 de maio de 2023

Motivação para fazer atividade física. Onde achar?

Se você está lendo este artigo, é um bom sinal. Você está procurando motivação para se exercitar. Quer se convencer que isso é importante. Muito bem. 


Embora seja verdade que os seres humanos possuem uma tendência natural para economizar energia, o movimento também é uma parte natural da vida humana. Durante a maior parte da história humana, as pessoas foram fisicamente ativas por necessidade, seja para procurar comida, água ou abrigo, ou para se defender de ameaças. Ainda hoje, as atividades físicas podem fazer parte da rotina diária de muitas pessoas, desde caminhar até o trabalho, subir escadas, ou realizar tarefas domésticas.


Além disso, o corpo humano foi projetado para se mover. O sedentarismo e a falta de atividade física podem levar a uma série de problemas de saúde, como obesidade, doenças cardíacas, diabetes e problemas de mobilidade. Por outro lado, a prática regular de atividades físicas pode trazer uma série de benefícios para a saúde, como a melhora do condicionamento físico, do sono, da disposição e da autoestima.



Embora possa ser difícil encontrar a motivação para praticar atividades físicas, é possível criar hábitos saudáveis com determinação e perseverança. Começar com pequenas mudanças na rotina, como caminhar mais ou levantar-se e se movimentar regularmente durante o dia, pode ser um bom primeiro passo. É importante lembrar que a atividade física não precisa ser vista como uma tarefa árdua ou cansativa, mas sim como uma oportunidade de cuidar da saúde e do bem-estar.

 

A motivação para praticar atividades físicas pode vir de diversas fontes, e varia de pessoa para pessoa. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:

  1. Estabeleça metas realistas: Determine objetivos que sejam alcançáveis e mensuráveis. Isso pode ajudar a manter a motivação ao longo do tempo.
  2. Encontre atividades que você goste: Experimente diferentes tipos de atividades físicas até encontrar uma ou algumas que você realmente goste. Isso pode tornar o exercício mais agradável e menos uma tarefa árdua.
  3. Tenha um parceiro ou grupo de treino: Encontrar alguém que compartilhe seus objetivos de exercício pode ser uma ótima maneira de se manter motivado. Um parceiro ou grupo de treino pode fornecer suporte e responsabilidade.
  4. Faça um plano de exercício: Crie um plano de exercício que inclua a quantidade de tempo que você planeja se exercitar, que tipo de atividades fará e em que dias da semana. Isso pode ajudar a manter o exercício consistente.
  5. Lembre-se dos benefícios: Pense nos benefícios a longo prazo de se exercitar, como melhora da saúde, aumento da energia e redução do estresse.
  6. Encontre inspiração: Busque inspiração em modelos de fitness, profissionais de saúde ou pessoas que você admira e que são ativas fisicamente.
  7. Recompense-se: Defina metas específicas e recompense-se quando alcançá-las. Isso pode ajudar a manter a motivação e aumentar a autoestima.
Não entenda todas essas sugestões como requisitos. Não são. Apenas leia e compreenda. Se você não tem parceiro de treino, por exemplo, não tem problema.

 


Corrida ao ar livre para pessoas acima de 50 anos de idade: benefícios e cuidados


Existem muitos benefícios para pessoas acima de 50 anos que praticam corrida ao ar livre. Aqui estão alguns dos principais:


  • Melhora da saúde cardiovascular: Correr ao ar livre pode ajudar a melhorar a saúde do coração e dos vasos sanguíneos, reduzindo o risco de doenças cardíacas.
  • Fortalecimento muscular: Correr ao ar livre envolve uma série de grupos musculares diferentes, o que pode ajudar a fortalecer o corpo em geral. Isso pode ajudar a prevenir quedas e lesões.
  • Redução do estresse: Correr ao ar livre pode ajudar a reduzir os níveis de estresse e melhorar o bem-estar mental, ajudando a melhorar o humor e reduzir a ansiedade.
  • Perda de peso: A corrida é uma excelente forma de exercício aeróbico, o que pode ajudar na perda de peso. Isso é particularmente importante para pessoas acima de 50 anos, que podem ter mais dificuldade em manter um peso saudável.
  • Fortalecimento dos ossos: A corrida ao ar livre é um exercício de impacto, o que pode ajudar a fortalecer os ossos e reduzir o risco de osteoporose.
  • Melhora do equilíbrio e da coordenação: A corrida ao ar livre envolve movimentos rápidos e dinâmicos, o que pode ajudar a melhorar o equilíbrio e a coordenação.
  • Maior conexão com a natureza: Correr ao ar livre pode proporcionar uma maior conexão com a natureza e melhorar a sensação de bem-estar geral.



No entanto, é importante lembrar que antes de iniciar qualquer programa de exercícios, especialmente após os 50 anos de idade, é importante consultar um médico para avaliar a saúde e a aptidão física, e discutir sobre as recomendações de exercícios apropriadas para cada indivíduo.


Há alguns dos riscos envolvidos, porém, que incluem:

  • Lesões: Correr pode colocar pressão nas articulações e músculos, o que pode levar a lesões. Pessoas acima de 50 anos podem ter um maior risco de lesões devido à perda de flexibilidade e força muscular.
  • Problemas cardíacos: Os problemas cardíacos podem ser um risco para as pessoas mais velhas que praticam corrida, especialmente se elas têm histórico de doenças cardíacas.
  • Problemas respiratórios: Correr em áreas poluídas pode agravar problemas respiratórios existentes, como asma ou bronquite.
  • Problemas de visão: A idade pode afetar a acuidade visual, o que pode aumentar o risco de quedas ou tropeços durante a corrida.
  • Desidratação: Pessoas mais velhas podem ter maior dificuldade em se manter hidratadas durante a atividade física, o que pode levar a desidratação.
  • Problemas de temperatura corporal: Pessoas mais velhas podem ter mais dificuldade em regular a temperatura do corpo durante a corrida, o que pode levar a hipertermia.


Para minimizar esses riscos, é importante consultar um médico antes de começar a correr, escolher um programa de treinamento adequado às suas necessidades e limitações físicas, usar equipamentos de segurança, como tênis apropriados e roupas confortáveis, beber bastante água e evitar correr em horários de calor intenso ou em áreas poluídas. Além disso, é importante que as pessoas com mais de 50 anos se alonguem adequadamente antes e depois da corrida e aumentem gradualmente a intensidade e duração da atividade física.

Disposição para atividade física diminuindo com a idade?

Com o avanço da idade, é comum que haja uma diminuição da disposição para praticar atividade física, principalmente se a pessoa não tiver o hábito de se exercitar regularmente. No entanto, é importante ressaltar que a atividade física é fundamental para a manutenção da saúde em todas as idades, pois ajuda a prevenir doenças e a melhorar a qualidade de vida.


Algumas das razões pelas quais a disposição para atividade física pode diminuir com a idade incluem a diminuição da massa muscular, a redução da densidade óssea, as mudanças hormonais e o aumento da propensão a doenças crônicas. Além disso, as responsabilidades cotidianas, como trabalho e família, podem fazer com que seja mais difícil encontrar tempo e energia para se exercitar.



No entanto, é possível manter a disposição para a atividade física em qualquer idade através de práticas regulares e adequadas às condições físicas de cada pessoa. É importante procurar um profissional de saúde para avaliar a condição física e prescrever um programa de exercícios adequado para a idade e o estado de saúde individual. Além disso, escolher atividades que sejam prazerosas e que possam ser realizadas em grupo pode ser uma forma de aumentar a motivação e a disposição para se exercitar.

segunda-feira, 27 de março de 2023

O prazer de pilotar uma motocicleta; mais do que isso, o prazer de pilotar uma "scooter"

Com o aumento do tráfego nas grandes cidades e a busca por meios de transporte mais eficientes e práticos, as motocicletas vêm ganhando cada vez mais espaço no mercado. Além de serem uma alternativa econômica e ecologicamente correta, pilotar uma motocicleta também pode proporcionar uma grande sensação de prazer e satisfação.


Uma das principais vantagens de pilotar uma motocicleta é a sensação de liberdade que ela proporciona. Ao contrário de um carro, cujo deslocamento pode, muitas vezes, ser prejudicado por engarrafamentos ou dificultado pelo tráfego intenso, a motocicleta é capaz de se movimentar com mais facilidade e agilidade, permitindo que o piloto explore as ruas da cidade de uma maneira totalmente nova.


Outra vantagem da motocicleta é a sua praticidade. Com ela, é possível estacionar em qualquer lugar, o que é uma grande vantagem em áreas urbanas onde o estacionamento pode ser difícil e caro. Além disso, muitas motocicletas possuem compartimentos de armazenamento que permitem que o piloto carregue seus pertences com facilidade e segurança.


Mas, além de todas essas vantagens práticas, pilotar uma motocicleta também pode proporcionar uma grande sensação de prazer e satisfação. A sensação de liberdade ao pilotar uma motocicleta pode ser comparada à sensação de voar, e muitos pilotos descrevem a experiência como sendo uma das mais gratificantes que já tiveram.


Além disso, a motocicleta também oferece a oportunidade de explorar novos lugares e descobrir novos caminhos que, de outra forma, passariam despercebidos. Para muitos pilotos, pilotar uma motocicleta é mais do que uma forma de transporte: - É um estilo de vida. 


Em resumo, pilotar uma motocicleta pode ser uma experiência incrível que proporciona prazer, satisfação e liberdade.



Hoje, graças a muito trabalho e dedicação pessoal, tenho o prazer de alternar meu deslocamento diário ao trabalho entre uma motocicleta (de alta de cilindrada) e uma scooter, sobre a qual vou tecer um breve comentário agora.

 

Já possui outras scooters no passado mas, neste ano de 2023, devido à concorrência e ao aquecimento do mercado pós pandemia, pude perceber que a tecnologia avançou sensivelmente, o que aumentou ainda mais o prazer e a satisfação de pilotar uma scooter dentro da cidade.

 

Adquiri recentemente uma Nmax 160 Connected – Yamaha, que, em matéria de inovação, já conta com:

- Freios à disco em ambas as rodas;

- Sistema ABS de dois canais;

- Controle de tração;


- Conectividade através de aplicativo que se conecta à scooter, fornecendo informações valiosas sobre o veículo e permitindo que o piloto obtenha uma melhor compreensão de como está usada sua scooter, até mesmo realizando comparativos com outros usuários, não só no Brasil, mas pelo mundo.

 


É incrível imaginar que, em menos de 10 anos, tanta inovação foi agregada a esse tipo de transporte. Hoje vários modelos de scooter contam com mais tecnologia do que muita motocicleta. Vale destacar, mais uma vez, o controle de tração e os freios a disco ABS de dois canais (numa scooter).


Sem contar com a praticidade do espaço de que normalmente as scooters dispõem sob o banco, onde pode ser guardado um (ou dois) capacete(s) (a depender do modelo da scooter), pequenas compras e pertences pessoais.


As mudanças implementadas ao longo do tempo nas suspensões dessas motos, seus pneus, assentos, eficiência energética, motor, emissão de poluentes, desenho do quadro, têm trazido tanto conforto e vantagens à pilotagem que esse seguimento de motos tem atraído uma quantidade cada vez maior de adeptos.

 

Em resumo, pilotar uma scooter pode ser uma experiência incrível que proporciona prazer, satisfação e liberdade, a um custo acessível. Se você ainda não experimentou essa sensação, vale a pena considerar a possibilidade de pesquisar, comprar ou alugar uma scooter e descobrir tudo o que ela tem a oferecer. 

 

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

Como ajustar seu relógio biológico para acordar mais cedo.


Muitas vezes, precisamos ajustar nosso relógio biológico para acordar mais cedo, seja por causa do trabalho, estudo ou outras responsabilidades. No entanto, isso pode ser uma tarefa desafiadora, especialmente se você está acostumado a dormir até mais tarde. Aqui estão algumas dicas para ajudar na readaptação do relógio biológico para acordar mais cedo:



  • Gradualmente antecipe a hora de dormir: Comece a ajustar sua rotina de sono gradualmente, antecipando o horário de dormir em incrementos de 15 a 30 minutos a cada dois ou três dias. Isso ajudará seu corpo a se acostumar com a nova hora de dormir e a acordar mais cedo.
  • Estabeleça uma rotina regular de sono: Estabelecer uma rotina regular de sono pode ajudar seu corpo a se ajustar mais rapidamente. Tente dormir e acordar na mesma hora todos os dias, incluindo finais de semana.
  • Crie um ambiente adequado para dormir: Um ambiente adequado para dormir é essencial para garantir uma boa noite de sono. Certifique-se de que seu quarto esteja escuro, silencioso e confortável para dormir.
  • Evite estimulantes antes de dormir: Estimulantes como café, chá, refrigerantes, cigarros e álcool podem afetar sua capacidade de dormir. Evite consumi-los algumas horas antes de dormir.
  • Exercite-se regularmente: O exercício regular pode ajudar a melhorar a qualidade do sono e a facilitar o ajuste do relógio biológico. Certifique-se de se exercitar regularmente, mas evite fazer exercícios intensos antes de dormir.
  • Use a luz a seu favor: A exposição à luz pode ajudar a ajustar o relógio biológico. Tente se expor à luz do sol pela manhã e evite a luz forte durante a noite.
  • Seja paciente: A readaptação do relógio biológico pode levar algum tempo. Seja paciente e continue seguindo sua rotina regular de sono. Eventualmente, seu corpo se acostumará à nova hora de dormir e acordar.


            Em resumo, a readaptação do relógio biológico para acordar mais cedo pode ser um processo desafiador, mas seguindo essas dicas, você pode tornar a transição mais suave. Lembre-se de ser paciente e consistente em sua rotina de sono, e eventualmente, seu corpo se ajustará à nova hora de acordar.




A importância da prática do surf após os 50 anos de idade



            O surf é uma atividade física incrível que pode ser praticada em qualquer idade. Na verdade, muitas pessoas começam a surfar após os 50 anos e descobrem uma paixão pela atividade que mudará suas vidas para sempre.

            Os benefícios do surf para pessoas acima de 50 anos são muitos. Em primeiro lugar, é um ótimo exercício cardiovascular, que ajuda a manter o coração e os pulmões saudáveis. O surf também é um treino de resistência e força, o que significa que pode ajudar a construir músculos e aumentar a densidade óssea.

            Além disso, o surf é uma ótima maneira de melhorar o equilíbrio e a coordenação. À medida que envelhecemos, nosso equilíbrio e coordenação tendem a diminuir, o que pode levar a quedas e lesões. O surf pode ajudar a manter essas habilidades afiadas, o que pode ajudar a prevenir quedas e outros acidentes.

            Outro benefício do surf para pessoas acima de 50 anos é o seu impacto na saúde mental. O surf é uma atividade que ajuda a aliviar o estresse e a ansiedade, o que pode ser particularmente importante à medida que envelhecemos. Além disso, o contato com a natureza durante a prática do surf pode ter um efeito terapêutico, ajudando a melhorar o humor e reduzir a depressão.

            Por fim, o surf é uma atividade social que pode ajudar a criar novas amizades e aumentar o senso de comunidade. Quando você está no mar, é comum se conectar com outros surfistas e compartilhar experiências. Isso pode ser especialmente importante para pessoas acima de 50 anos, que podem estar enfrentando mudanças em sua vida social, como aposentadoria ou a saída dos filhos de casa.

            Em resumo, o surf pode ser uma atividade incrível para pessoas acima de 50 anos. Além de melhorar a saúde física e mental, o surf pode ajudar a criar novas amizades e proporcionar uma sensação de realização e aventura. Então, se você está procurando uma nova maneira de se manter ativo e desafiado, considere experimentar o surf!

Por que é importante variar os tipos de exercícios após os 50 anos de idade?

            Muitas pessoas após os 50 anos de idade começam a perceber que suas rotinas de exercícios podem estar ficando um pouco estagnadas e, consequentemente, menos eficazes. Embora ainda possam estar se exercitando regularmente, a falta de variedade pode limitar o potencial de seus treinos e deixá-los entediados. Então, por que é importante variar os tipos de exercícios após os 50 anos de idade?


  • Evitar lesões: Ao variar os tipos de exercícios, você pode ajudar a evitar lesões causadas pelo excesso de uso de um grupo muscular ou pela repetição excessiva do mesmo movimento. Experimentar diferentes tipos de exercícios pode ajudar a equilibrar a carga de trabalho em diferentes partes do corpo.
  • Melhorar a força: A variedade de exercícios pode ajudar a melhorar a força geral do corpo, já que diferentes tipos de exercícios trabalham diferentes grupos musculares. Por exemplo, o treinamento de força com pesos pode ser complementado com exercícios de flexibilidade ou treinamento cardiovascular.
  • Manter o interesse: A prática de exercícios pode se tornar monótona se a mesma rotina for repetida várias vezes. Experimentar novos tipos de exercícios pode ajudar a manter o interesse e a motivação para continuar se exercitando.
  • Melhorar a saúde geral: Ao variar os tipos de exercícios, você pode melhorar a saúde geral do corpo, já que diferentes tipos de exercícios têm benefícios específicos para a saúde. Por exemplo, o treinamento cardiovascular pode ajudar a melhorar a saúde do coração, enquanto o treinamento de força pode ajudar a manter a densidade óssea.

            A variedade é a chave para manter um programa de exercícios eficaz e sustentável após os 50 anos de idade. Experimente novos tipos de exercícios para evitar lesões, melhorar a força geral, manter o interesse e melhorar a saúde geral do corpo. Afinal, o exercício é uma parte fundamental da manutenção da saúde e do bem-estar em qualquer idade.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Diversificar é a ordem ;)

Olá amigos!


Como vocês sabem, a intenção deste blog é de relatar minha rotina de atividades físicas à medida que o tempo vai passando. Daí o nome "Idade e Esporte". Completei 50 anos em janeiro de 2018. Desde a primeira postagem já se passaram cinco anos.

Desde então, aprendi a surfar (razoavelmente), melhorei bastante meu desempenho no skate, continuo correndo esporadicamente, participei de trilhas, hiking, trekking, ciclismo, enfim, aquilo que me dá prazer. Só não entrei em academia porque não gosto de atividade física em ambiente fechado.

Aqui em Fortaleza a temporada de surf acabou. Este ano eu achei até que sustentou mais que o normal. Começou em Dezembro/17 e perdurou até o final de Abril passado. Mas acabou. Chegou a hora de diversificar, assim como nos anos anteriores.

No Ceará sopra muito vento de Maio a Novembro. Um paraíso para quem pratica kitesurf. Eu até tentei, mas não senti afinidade pelo esporte. Sendo assim, com sol e vento, entram em cena a corrida, o skate e o ciclismo, apesar da prática do surf ficar mantida com menos frequência.

Continuo bem. Mantenho um peso proporcional à altura (1,71m e 78,5kg), Minha massa muscular está boa, de maneira geral. Nesses últimos cinco anos fiz duas avaliações com um médico do esporte. Excelentes resultados.

Alimentação diversificada, evitando açúcares (apenas evitando) (eu uso mais adoçante), frituras gorduras, lanches do tipo fast food. Bastante verduras, carnes, peixe, frango. Carboidratos (do tipo pão, arroz, feijão, macarrão) de forma controlada. Sucos naturais à vontade, enfim, estou fazendo o básico pra me manter bem (kkkkk).

Não é muito barato "comer saudável", mas é o preço que se paga.

Um abração!

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

SURF + SKATE

Olá amigos!!!


Neste mês de janeiro cheguei aos 50 anos e minha atividade física está melhor que nunca. Continuo surfando, andando de skate, pedalando (com menos frequência), correndo, etc.

Como vocês sabem, comecei a surfar já depois dos 40 anos, no ano de 2013. Depois desse período de aprendizado inicial, adquiri uma pouca experiência que me permitiu viajar para surfar nas ondas perfeitas do Peru. Conheci Chicama, Huanchaco, Punta Hermosa, Cerro Azul, El Faro, etc.

Nesses últimos anos minha paixão pelo surf e o amor antigo pelo skate só aumentaram e eu encontrei um equilíbrio perfeito. Quando estou fora da temporada de surf, participo de um grupo de skates (simuladores de surf) e a gente evolui juntos nas pistas de skate (skate parks e bowl). 

É incrível como os simuladores ajudam na performance do surf. Especialmente quando você aprende a usar o bowl e as paredes dos banks, no skate park.

Quando a temporada de surf chega no Ceará (geralmente irregular por conta dos ventos), a gente prioriza o surf, mas não deixa o skate encostado.

Então o equilíbrio é esse ... fora da temporada, usamos os sk8's simuladores e quando chegam as ondas, estamos afiados pro surf.

No nosso grupo tem gente usando simuladores Carver, Nitro e Mormaii. Eu mesmo já usei esses três e também o Surfskate, com aquele truck dianteiro que gira 360º.

Inclusive fiz um vídeo comparativo entre Nitro e Carver, que vou disponibilizar abaixo. Atualmente, depois de experimentar muito, estou usando três modelos de simulador, dois Carver e um Nitro. Acredito que montei o quiver definitivo (por enquanto kkkk).

Estou ansioso por uma viagem que já está marcada para o mês de Março próximo, quando vou conhecer a minha pista dos sonhos, em São Bernardo dos Campos - SP.

Quanto ao surf, motei um quiver que me permite muita diversão. Uma prancha fish retrô 6'0, um mini long 6'4 e um longboard de 9 pés. Para os picos da minha região, essas pranchas são mais que suficientes.

O seu quiver (de pranchas) vai depender muito do seu condicionamento físico, a característica das ondas da região onde você vive, a frequência do seu surf e o que você espera do esporte (diversão, performance ou um surf clássico).

Desejo a todos um 2018 repleto de felicidade, muita saúde, muito skate, muitas ondas e muita paz.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Upgrade e downgrade de moto - Uso urbano - Burgman x PCX

E aí meus amigos, tudo bem?


Vou partilhar com vocês um pouco da minha experiência com motocicletas de maior cilindrada e depois explico o motivo do título desse post: Upgrate e Downgrade de moto.

Antes quero lembrar que já fiz uma postagem onde relatei minha experiência com motocicletas de uma forma geral, no post denominado "Moto ou Scooter", em fevereiro de 2014.

Até aquele momento eu ainda não havia passado pela experiência de uma moto de maior cilindrada. Ocorre que em junho de 2015, troquei a minha scooter Burgman 125cc por uma Honda Shadow 750cc. Igualzinha a essa da foto ao lado.

Que diferença hein? 😂😂😂

Logo de cara fiz uma viagem com ela. Esse tipo de moto nos convida a pegar a estrada, concorda? O registro dessa viagem está no Youtube, vale a pena conferir (clique aqui).

A moto proporciona um conforto excelente, seja na posição de pilotagem, estabilidade, assento do piloto, posicionamento dos braços, largura dos pneus e tamanho das rodas, enfim, um verdadeiro avião; basta acelerar. Sempre foi meu sonho possuir uma máquina modelo custom, dessas.

Passei quase dois anos utilizando a Shadow em Fortalelza, no trânsito do dia, dividindo as oportunidades de deslocamento entre ela e o carro. A experiência foi excelente. 

Me acostumei a andar entre os carros com ela, apesar do peso da moto. Obviamente tem lugares que você não consegue passar, mas na maioria das vezes eu não ficava preso entre os carros. O único desconforto era o consumo. A média de consumo dela na cidade era de 17 a 19 km com um litro de combustível. Na estrada cheguei a fazer 25km/l.

Porém, este mês (maio/2017) levando em conta que a Shadow estava ganhando idade (e se desvalorizando) e que eu estava precisando de dinheiro pra uma SurfTrip, optei por vendê-la. Utilizei uma parte dos recursos para despesas diversas e o restante (para não ficar sem moto) destinei à compra de uma PCX Honda 150cc (DLX), com menos de um ano de uso 2016/2016. Em outras palavras, voltei para o mundo das scooter.

Daí o título deste post (upgrade e downgrade). Subi a cilindrada durante um tempo e agora reduzi.

Não tem como comparar a Shadow e a PCX. São duas motos de categorias completamente diversas. Apenas a questão do consumo. A média de consumo da PCX, na minha mão, é de 40km/l. Faço questão de ressaltar "na minha mão" porque o consumo depende muito de quem está conduzindo, não apenas da cilindrada.

Entre a PCX e a Burgman, porém, as diferenças são gritantes. Além da diferença de potência decorrente da cilindrada de cada uma (a Burgman fica pra trás fácil, fácil), existem alguns outros detalhes especiais.

A partir de 2016 os faróis e lanternas da PCX são de Led; no painel dessa scooter existe um local pra guardar pequenos objetos (carteira, celular, chaves de casa, etc) e uma saída de 12v onde você pode ligar um carregador para seu celular; o espaço abaixo do assento cabe um capacete normal e mais alguma coisa (na Burgman não cabe quase nada, inclusive capacete); a PCX possui um dispositivo que pode desligar a moto quando estiver parada por mais de 3 segundos, voltando a ligar quando você acelera (isso implica numa possível economia de combustível), se chama sistema "idling stop"; os pneus da PCX são maiores que o da Burgman, o que facilita passar pelos buracos; sistema de freios da PCX é mais eficiente; a PCX possui um botão que aciona um "pisca alerta", ou seja, assim como os carros, piscam simultaneamente todas as setas de direção (pisca-pisca); possui ainda um "computador de bordo" que mede o consumo da moto a todo instante, evitando que você fique enchendo  o tanque e fazendo contas para saber o quanto a máquina está "bebendo" e um relógio; painel bem mais completo e bonito.

Eu listei acima apenas o que me lembrei, das facilidades que mais me chamaram a atenção (positivamente) nesse breve comparativo entre Burgman 125 e PCX 150.

Enfim, são uma série de itens e cuidados que a Honda teve quando entrou nesse segmento de scooters e que a Suzuki preferiu ignorar. 

Se me perguntarem se estou feliz com o downgrade, diria que sim. Não por algum problema que tive com a Shadow, afinal não tenho nada a reclamar dela. Apenas porque escolhi uma boa scooter para andar na cidade. Pelo menos esta é minha impressão até o momento. Nada a reclamar. 
 
Forte abraço a todos!

domingo, 1 de janeiro de 2017

Monociclo elétrico - Uma boa opção de transporte?

Olá meus amigos!

Eu na Beira Mar de Fortaleza
Neste início de 2017, me veio à memória o fato de que exatamente há um ano, comprei um monociclo elétrico.

Um monociclo elétrico, segundo Wikipedia, "é um veículo elétrico que ajuda o piloto a ficar em pé usando um motor elétrico e giroscópios controlados por um computador que é alimentado por dados de acelerômetros e outros sensores".

Inicialmente, confesso que a aquisição foi exclusivamente pela diversão que aquela máquina potencialmente poderia oferecer.

A ideia de estar simplesmente em pé, me deslocando numa velocidade média de 10 a 15km/h, em total silêncio e, aquele ar de que o futuro havia chegado, me atraía muito :)) 

Estacionamento do Shopping Iguatemi - Fortaleza
Aqui em Fortaleza formamos um pequeno grupo de usuários de monociclo elétrico (acredito que o primeiro). Eventualmente combinamos um passeio na Beira Mar. Porém, no início de 2016, o encontro era semanal. Trocávamos experiências e técnicas de manobra para o uso do monociclo.

O passeio era bem divertido, mas ao longo do ano, pudemos perceber que o equipamento era bem mais aproveitado no dia a dia de cada um, que como diversão. De repente descobrimos que a maioria de nós sempre deixava (instintivamente) o monociclo no carro para complementar pequenos trechos que percorríamos durante um dia normal de trabalho.

Eu, por exemplo, por muitas vezes, tive que me deslocar (de carro) a um local de trânsito intenso e optei por estacionar o carro um pouco mais distante para percorrer o restante do trajeto com o monociclo.

Outras tantas vezes, por perto de casa, vou à padaria, farmácia, agencia bancária, lanchonete, apenas usando o monociclo.

Não cogito mais a possibilidade de deixar de usar o monociclo. Quando a vida útil do meu equipamento acabar, não tenho dúvida de que vou adquirir outro. É muito prático, rápido, econômico, cômodo.

E como sou um usuário de bicicleta, podem me perguntar: - E você parou de andar de bike?

Claro que não. Uso sempre a bike. Umas vezes para ir ao trabalho, outras para me exercitar, outras só pra relaxar.

O monociclo é diferente da bicicleta porque nele você não faz exercício. Você não sua. Apenas se desloca. É o meio de transporte do futuro, hoje.

É uma excelente opção para quem quer entrar na onda do transporte multimodal. Você pode usar o monociclo para chegar ao metrô (ou ao ônibus), pegar o trem, e sair novamente da estação usando o monociclo, sem pingar uma gota de suor, chegando super rápido ao seu destino.

As baterias atualmente disponíveis no mercado permitem autonomia de até incríveis 40km de distância. No entanto o preço do brinquedo fica consideravelmente mais alto.

Quando comprei o meu, estavam custando uma média de dois e quatro mil reais. Comprei um modelo "genérico" e, graças a Deus, tive sorte. Alguns amigos que compraram na mesma época, o mesmo modelo, já esgotaram a vida útil da bateria (componente mais caro do equipamento). O meu continua firme e forte.

O preço dos monociclos baixou ao longo de 2016 e hoje é possível comprar um equipamento "de marca" por cerca de mil reais.
 
Uma carga completa, se a bateria estiver completamente vazia, demora em torno de 1,5 horas. Autonomia de cerca de 12km. A autonomia depende do terreno onde você vai usar e do seu peso. Quanto maior o esforço, maior o consumo; quanto menos esforço e peso, mais rendimento.

Pra quem mora perto do trabalho, vale a pena ir e voltar usando o monociclo. É divertido, rápido, econômico e a natureza agradece. Não precisa se preocupar com vaga de estacionamento, nem com o preço da gasolina.

Tem muito material em vídeo disponível na internet. Pra quem quiser conhecer  mais, vou colocar abaixo alguns dos vídeos que fiz sobre o monociclo elétrico.

Forte abraço a todos!

 
 

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Posso usar Bota EPI (Equipamento de Proteção Individual) para trilha?

Olá meus amigos!

Hoje resolvi falar rapidamente sobre calçados, para quem gosta de fazer trilha. Para enriquecer esta leitura, recomendo que vejam uma postagem que fiz anteriormente com alguns conceitos (sobre trekking e hikking)

Trilha é uma atividade muito legal. Contato com a natureza, nada de celular, nada de rádio (apenas o rádio comunicador) … são só seus amigos, você, a natureza e seus limites.

Em se tratando de trilhas curtas, já vi muita gente com roupas de algodão, tênis, roupas de material sintético, botas de cano longo, botas de cano curto, mochilas grandes, mochilas pequenas, cantis, mochilas de hidratação, ou seja, o pessoal vai do jeito que dá pra ir. Mas, por que? Porque aquela trilha é encarada como lazer, como tem que ser mesmo. Não é uma aventura onde sua vida está em risco, onde você tem que extrair tudo de seus equipamentos para obter uma performance excelente, com conforto.

Mas existe um meio termo entre o lazer e a alta performance, claro. Dá pra você praticar a trilha de lazer com maior tranquilidade, seguindo as dicas do pessoal experiente.

Seu eu fosse dividir esse esporte nas categorias “iniciante”, “intermediário” e “avançado”, eu me classificaria como um praticante de nível intermediário, tendo como base minhas diversas experiências.

Nunca usei tênis para trilha. Como sou bastante curioso e costumo pesquisar antes de começar qualquer atividade, percebi uma unanimidade quanto à impropriedade do uso de tênis para trilha.

Quando fui para a trilha constatei. Gente cujo tênis abriu ou soltou solado. Já vi também escorregões e quedas feias, tornozelos torcidos. E sabe o motivo? É que os tênis de corrida e academia não foram feitos pra trilha. O tecido e o solado foram projetados para obter melhor performance noutras atividades, não no mato, na água, no barro, na terra ou carregando peso.

Sempre uso bota em trilha. Você protege o pé da água, de perfurações, de torções, etc. Já usei botas de cano curto e cano médio. Já vi algumas marcas de bota que se propõem à trilha mas que na primeira caminhada soltam logo o solado, ou seja, são feitas pra uso urbano. Têm apenas aparência de aventura.

Nesse universo (pesquisas, de botas caras, eficientes ou frágeis, marcas, etc.) tive uma surpresa muito agradável outro dia.

Fui na Leroy Merlin (mas poderia ter sido em qualquer outra loja de materiais), e encontrei uma bota que é vendida como EPI (equipamento de proteção individual).

São calçados que são projetados para proteger a atividade do trabalhador/empregado. São testados e certificados para aguentar o tranco do dia a dia.

Essa bota que encontrei é feita em couro, muito macio, com proteção no bico contra esmagamento dos dedos, solado com uma borracha muito boa, resistente à água, lingueta costurada no corpo até em cima do cano da bota, cadarços de boa qualidade com passadores de metal.

Tem diversos certificados, para garantir que o equipamento realiza realmente o que se propõe, ou seja, proteger o usuário em ambiente de trabalho diário. Em outras palavras, a bota é feita pra aguentar porrada!!!

Além disso o visual, no meu modo de ver, não tinha nada a ver com aquele conceito pejorativo de EPI. Achei mais bonita que muita “bota de marca”.

Calcei na loja e gostei da maciez. Em relação ao preço das “botas de marca”, esses EPI's custam infinitamente mais barato; em média 100 reais.

Palmilha de gel
Comprei e levei para a primeira trilha, para fazer um test-drive. Tive apenas o cuidado de comprar uma palmilha de gel e colocar dentro porque a palmilha original é muito fina e eu sofri com calos dágua na sola do pé, como vocês podem ver na minha postagem anterior (Monte Roraima - Eu Fui !!!), exatamente por causa da abrasão da palmilha fina.

QUE SURPRESA! A bota é maravilhosa Não escorreguei uma vez sequer. Ela agarra muito bem no chão. Nas pedras tem uma aderência muito boa. Melhor que a minha bota Timberland (que na época me custou mais de 500 reais).

A bota tem um couro tão macio que fiquei com a impressão de calçar uma bota usada. Nem me lembrava que estava usando um calçado novo. Normalmente não se usa calçado novo em trilha. Amaciar durante a trilha é uma péssima opção. Mas percebi que não iria ter esse problema logo quando experimentei na loja.

Resumindo a estória, inaugurei meu EPI numa trilha com cerca de 15km, atravessando a Serra da Aratanha (Ceará), iniciando em Maranguape a subida e descendo em Guaiuba .... a trilha foi ótima!

Se você encontrar um EPI desse tipo e souber identificar se o material é realmente couro, resistente à agua, etc ... pode comprar que você vai estar bem calçado, vai fazer a trilha com segurança e vai gastar pouco, muuuuuito menos que marcas como Timberland ou Bull Terrier (esta última eu não recomendo, solta a sola com facilidade).

Abraço a todos!!!


sábado, 30 de janeiro de 2016

Skate depois dos 40

E aí pessoal, tudo bem?


Primeira postagem de 2016 vem com novidades.... skate depois dos 40 hehehehe.

Vocês não imaginam a satisfação que tenho em escrever sobre isso, depois de passar um período meio frustrante no meu retorno ao skate.

Pois é, como eu já havia dito na postagem anterior, intitulada "Fazendo novas conexões neurais II" (foram duas publicações, este link é da segunda), andei de skate durante minha adolescência, por um bom tempo e depois parei.

Resolvi voltar em outubro de 2013 e peguei um skate do tipo street que comprei na centauro, marca Crail.

Na "minha época" (adolescente, nos anos 80) os shapes eram diferentes, não tinham essa parte levantada dos dois lados, nose e tail. Eram retos e, além disso, largos, rodas largas, aquele tipo chamado old shool.

Vou confessar que fiquei bastante frustrado durante o ano de 2014 porque, apesar de ver muitos vídeos e me esforçar pra crescer na volta ao esporte, não tive muito sucesso.


Mas não foi de todo ruim. Nas  pistas de skate consegui subir e descer os banks, inclusive aqueles com 45 graus. Esse tipo de pista e obstáculos não existiam aqui em Fortaleza nos anos 80. Isso já valeu.

De tanto insistir e conversar acabei absorvendo informações importantes e descobri que:
a) Skate comprado em lojas, como esse que eu comprei, apesar da marca, podem te deixar no meio do caminho, frustrado, porque não rendem o que você precisa, são limitados;
b) Nem sempre o estilo que está na moda é o que se adapta melhor a você;
c) Antes de gastar, pesquise, converse, não tenha vergonha de pedir pra olhar, pergunte opiniões.

Por que estou dizendo isso? Primeiro porque esses skates montados, prontinhos pra vender na loja, com preço baixo, na maioria dos casos, são compostos de peças de baixa qualidade (ou insatisfatória). Segundo porque existe muita coisa além de manobras de street, apesar deste estilo ser muito show também. Terceiro porque pode ser que você faça uma despesa sem falar com ninguém, na certeza de que está fazendo a coisa certa e, depois, descubra que teve prejuízo.

Repito, não estou criticando o estilo street. Simplesmente não me adaptei a ele e isso é uma dificuldade minha. Inclusive admiro muito o que a galera consegue fazer no street, existem manobras incríveis. Estou apenas dizendo que existem outros estilos de carrinho que vocês podem curtir, como aconteceu comigo.

O skate street que eu havia comprado só ficou bom depois que eu troquei rodas e os rolamentos. O truck, o shape e a lixa eram bons.

 
Em setembro de 2014, durante minhas pesquisas e depois de assistir milhares de vídeos me deparei com o "surfskate", também chamado de simulador de surf.

É um skate que tem o eixo (truck) dianteiro diferente. Ele permite que você imite os movimentos do surf, estando no chão. Você sequer precisa ficar empurrando o pé no chão (pedalar).

Achei muito legal esse estilo, comecei a ler e a assistir vídeos.

Comprei um simulador Mormaii pelo Mercado Livre, por conta do valor, muito acessível. Com frete e tudo gastei 300 reais.

Amigos, minha evolução dentro das pistas de skate, especialmente no bowl, foi incrível, meteórica.

Me adaptei tão rápido a esse estilo que em 2 meses o simulador Mormaii já não era suficiente. Continuei pesquisando e acabei descobrindo de onde veio essa ideia de simular surf e descobri o nome Carver Skateboards.

Por coincidência, em um dos dias que estava andando na pista de skate da Praia do Futuro, tinha um casal usando um Carver. Encostei imediatamente pra conversar. Em alguns minutos me ofereceram o Carver pra eu testar e pahh (rsrsrs), foi incrível!!!

O Carver original, especialmente com truck CX, é super rápido, solto, movimentos instantâneos, shape largo, alto, rodas largas e macias, excelentes rolamentos ... indescritível, só andando pra ter ideia.

Vendi meu Mormaii e investi no Carver, modelo Knox, com truck CX. Tive que reaprender o uso do simulador, porque ele é beeeem superior ao Mormaii, muuuuito mais solto e rápido, agressivo.

Dentro de mais um mês eu já estava muito mais evoluído.

O que dizer diante disso? Encontrei meu estilo. Engraçado é que a galera que anda com skate street tem receio de andar no meu simulador e eu no deles, dentro do bowl.

Agora eu já consigo dropar e "surfar" no bowl ... é diversão demais.

RECOMENDAÇÃO: Usem sempre equipamentos de segurança (cotoveleira, joelheira, capacete, protetor de punho). É indispensável!!! Já escapei de várias
lesões graves com o uso deles. Como eu sei? Caí e bati forte com joelhos, cotovelo, mão, cabeça .... se estivesse sem nada, tinha me machucado. Usem sempre!

Meu próximo desafio é o Freeline, também chamado de Drift Skate. Pesquisem aí.

Abraço a todos!!!

Vídeo ..... antes do Carver


Vídeo .... depois de 4 meses usando o carver


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Férias na Chapada Diamantina

Olá amigos!


Aproveitei minhas férias entre os meses de setembro e outubro e fui conhecer a Chapada Diamantina.

Peguei um avião até Salvador-BA e, de lá, fui por terra até a cidade de Lençóis.

Apenas uma empresa de ônibus liga as cidades de Salvador-Lençóis, que distam mais de 400km. Como as informações colhidas pela internet não me davam boas referências da empresa de ônibus,
aluguei um carro, inclusive porque a diferença entre o custo das passagens de ônibus e o aluguel do carro era pequena.

Antes de viajar, já havia contratado uma empresa de turismo local e uma pousada em Lençóis, tudo pela internet e telefone. A cidade vive em função do turismo ecológico, é muito bem servida de pousadas e de empresas com guias e locais para alimentação.

Além dos atrativos da Chapada, a própria cidade é histórica, tem uma estrutura simples e muito eficiente e uma noite bastante movimentada. Um ambiente meio retrô, rústico, muito bonito, com uma população local acolhedora.

Quando se contrata uma empresa de turismo, elas montam pacotes de atrativos de acordo com a quantidade de dias que você vai passar na cidade. Assim, dimensionam a quantidade de atrativos que são possíveis conhecem.  No preço do pacote ficam incluídos os lanches e as taxas de entrada de cada atrativo, assim como almoço, quando for o caso.

A cada dia juntam grupos e levam, a pé ou de carro (a depender do atrativo), para conhecer cavernas, trilhas (algumas de 5 dias), quedas d'água, mergulhos em grutas, rapel, tirolesa, etc.  Um prato cheio pra quem gosta de natureza e esportes radicais.

Eu queria ter passado mais tempo. A região é incrível, cheia de riquezas e de história. Não me refiro aqui apenas à história do Brasil, à exploração do diamante e do ouro, mas, se tratando de um sitio geológico dos mais antigos do mundo, você acaba descobrindo locais onde viviam animais pré históricos: tigres dente de
sabre, bichos preguiça gigantes, ossadas humanas com milhares de anos, enfim, algumas das imagens que estou postando podem te mostrar as belezas da região.

Foi uma experiência incrível. Nos grupos que participei, havia pessoas de vários locais do país e do mundo: alemães, suíços, americanos, paulistas, catarinenses, baianos (claro), cearenses, cariocas.

A única coisa que achei que podia melhorar era a propaganda. Você não imagina a quantidade e a qualidade dos pequenos restaurantes na cidade de Lençóis. Culinária regional e outros com comida italiana, argentina, cafeterias de nível
(inclusive porque a região é produtora de café), casa de artigos esportivos ... porém nada disso é divulgado na internet. Foi uma boa surpresa, mas podia ser mais divulgado para atrair ainda mais pessoas, além disso, daria uma dimensão mais precisa do que você vai encontrar na viagem. Confesso que fui meio "no escuro", mas deu tudo certo.

O sinal de telefone celular não é bom e o 3G não pega. Algumas pousadas têm wifi, mas a qualidade também deixa a desejar. No final das contas, isso não interessa porque a finalidade de um passeio assim é se desligar mesmo de tudo.

Existe um aeroporto no próprio município de Lençóis e quem estiver disposto a gastar mais pode ir e voltar mais rapidamente. No entanto, a diferença de preço entre os vôos Fortaleza/Salvador e Fortaleza/Lençóis, era beeeem significativa.

Recomendo demais.

Conheçam o nosso Brasil. Abraço a todos.



MAIS FOTOS ABAIXO !!!