domingo, 1 de janeiro de 2017

Monociclo elétrico - Uma boa opção de transporte?

Olá meus amigos!

Eu na Beira Mar de Fortaleza
Neste início de 2017, me veio à memória o fato de que exatamente há um ano, comprei um monociclo elétrico.

Um monociclo elétrico, segundo Wikipedia, "é um veículo elétrico que ajuda o piloto a ficar em pé usando um motor elétrico e giroscópios controlados por um computador que é alimentado por dados de acelerômetros e outros sensores".

Inicialmente, confesso que a aquisição foi exclusivamente pela diversão que aquela máquina potencialmente poderia oferecer.

A ideia de estar simplesmente em pé, me deslocando numa velocidade média de 10 a 15km/h, em total silêncio e, aquele ar de que o futuro havia chegado, me atraía muito :)) 

Estacionamento do Shopping Iguatemi - Fortaleza
Aqui em Fortaleza formamos um pequeno grupo de usuários de monociclo elétrico (acredito que o primeiro). Eventualmente combinamos um passeio na Beira Mar. Porém, no início de 2016, o encontro era semanal. Trocávamos experiências e técnicas de manobra para o uso do monociclo.

O passeio era bem divertido, mas ao longo do ano, pudemos perceber que o equipamento era bem mais aproveitado no dia a dia de cada um, que como diversão. De repente descobrimos que a maioria de nós sempre deixava (instintivamente) o monociclo no carro para complementar pequenos trechos que percorríamos durante um dia normal de trabalho.

Eu, por exemplo, por muitas vezes, tive que me deslocar (de carro) a um local de trânsito intenso e optei por estacionar o carro um pouco mais distante para percorrer o restante do trajeto com o monociclo.

Outras tantas vezes, por perto de casa, vou à padaria, farmácia, agencia bancária, lanchonete, apenas usando o monociclo.

Não cogito mais a possibilidade de deixar de usar o monociclo. Quando a vida útil do meu equipamento acabar, não tenho dúvida de que vou adquirir outro. É muito prático, rápido, econômico, cômodo.

E como sou um usuário de bicicleta, podem me perguntar: - E você parou de andar de bike?

Claro que não. Uso sempre a bike. Umas vezes para ir ao trabalho, outras para me exercitar, outras só pra relaxar.

O monociclo é diferente da bicicleta porque nele você não faz exercício. Você não sua. Apenas se desloca. É o meio de transporte do futuro, hoje.

É uma excelente opção para quem quer entrar na onda do transporte multimodal. Você pode usar o monociclo para chegar ao metrô (ou ao ônibus), pegar o trem, e sair novamente da estação usando o monociclo, sem pingar uma gota de suor, chegando super rápido ao seu destino.

As baterias atualmente disponíveis no mercado permitem autonomia de até incríveis 40km de distância. No entanto o preço do brinquedo fica consideravelmente mais alto.

Quando comprei o meu, estavam custando uma média de dois e quatro mil reais. Comprei um modelo "genérico" e, graças a Deus, tive sorte. Alguns amigos que compraram na mesma época, o mesmo modelo, já esgotaram a vida útil da bateria (componente mais caro do equipamento). O meu continua firme e forte.

O preço dos monociclos baixou ao longo de 2016 e hoje é possível comprar um equipamento "de marca" por cerca de mil reais.
 
Uma carga completa, se a bateria estiver completamente vazia, demora em torno de 1,5 horas. Autonomia de cerca de 12km. A autonomia depende do terreno onde você vai usar e do seu peso. Quanto maior o esforço, maior o consumo; quanto menos esforço e peso, mais rendimento.

Pra quem mora perto do trabalho, vale a pena ir e voltar usando o monociclo. É divertido, rápido, econômico e a natureza agradece. Não precisa se preocupar com vaga de estacionamento, nem com o preço da gasolina.

Tem muito material em vídeo disponível na internet. Pra quem quiser conhecer  mais, vou colocar abaixo alguns dos vídeos que fiz sobre o monociclo elétrico.

Forte abraço a todos!

 
 

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Posso usar Bota EPI (Equipamento de Proteção Individual) para trilha?

Olá meus amigos!

Hoje resolvi falar rapidamente sobre calçados, para quem gosta de fazer trilha. Para enriquecer esta leitura, recomendo que vejam uma postagem que fiz anteriormente com alguns conceitos (sobre trekking e hikking)

Trilha é uma atividade muito legal. Contato com a natureza, nada de celular, nada de rádio (apenas o rádio comunicador) … são só seus amigos, você, a natureza e seus limites.

Em se tratando de trilhas curtas, já vi muita gente com roupas de algodão, tênis, roupas de material sintético, botas de cano longo, botas de cano curto, mochilas grandes, mochilas pequenas, cantis, mochilas de hidratação, ou seja, o pessoal vai do jeito que dá pra ir. Mas, por que? Porque aquela trilha é encarada como lazer, como tem que ser mesmo. Não é uma aventura onde sua vida está em risco, onde você tem que extrair tudo de seus equipamentos para obter uma performance excelente, com conforto.

Mas existe um meio termo entre o lazer e a alta performance, claro. Dá pra você praticar a trilha de lazer com maior tranquilidade, seguindo as dicas do pessoal experiente.

Seu eu fosse dividir esse esporte nas categorias “iniciante”, “intermediário” e “avançado”, eu me classificaria como um praticante de nível intermediário, tendo como base minhas diversas experiências.

Nunca usei tênis para trilha. Como sou bastante curioso e costumo pesquisar antes de começar qualquer atividade, percebi uma unanimidade quanto à impropriedade do uso de tênis para trilha.

Quando fui para a trilha constatei. Gente cujo tênis abriu ou soltou solado. Já vi também escorregões e quedas feias, tornozelos torcidos. E sabe o motivo? É que os tênis de corrida e academia não foram feitos pra trilha. O tecido e o solado foram projetados para obter melhor performance noutras atividades, não no mato, na água, no barro, na terra ou carregando peso.

Sempre uso bota em trilha. Você protege o pé da água, de perfurações, de torções, etc. Já usei botas de cano curto e cano médio. Já vi algumas marcas de bota que se propõem à trilha mas que na primeira caminhada soltam logo o solado, ou seja, são feitas pra uso urbano. Têm apenas aparência de aventura.

Nesse universo (pesquisas, de botas caras, eficientes ou frágeis, marcas, etc.) tive uma surpresa muito agradável outro dia.

Fui na Leroy Merlin (mas poderia ter sido em qualquer outra loja de materiais), e encontrei uma bota que é vendida como EPI (equipamento de proteção individual).

São calçados que são projetados para proteger a atividade do trabalhador/empregado. São testados e certificados para aguentar o tranco do dia a dia.

Essa bota que encontrei é feita em couro, muito macio, com proteção no bico contra esmagamento dos dedos, solado com uma borracha muito boa, resistente à água, lingueta costurada no corpo até em cima do cano da bota, cadarços de boa qualidade com passadores de metal.

Tem diversos certificados, para garantir que o equipamento realiza realmente o que se propõe, ou seja, proteger o usuário em ambiente de trabalho diário. Em outras palavras, a bota é feita pra aguentar porrada!!!

Além disso o visual, no meu modo de ver, não tinha nada a ver com aquele conceito pejorativo de EPI. Achei mais bonita que muita “bota de marca”.

Calcei na loja e gostei da maciez. Em relação ao preço das “botas de marca”, esses EPI's custam infinitamente mais barato; em média 100 reais.

Palmilha de gel
Comprei e levei para a primeira trilha, para fazer um test-drive. Tive apenas o cuidado de comprar uma palmilha de gel e colocar dentro porque a palmilha original é muito fina e eu sofri com calos dágua na sola do pé, como vocês podem ver na minha postagem anterior (Monte Roraima - Eu Fui !!!), exatamente por causa da abrasão da palmilha fina.

QUE SURPRESA! A bota é maravilhosa Não escorreguei uma vez sequer. Ela agarra muito bem no chão. Nas pedras tem uma aderência muito boa. Melhor que a minha bota Timberland (que na época me custou mais de 500 reais).

A bota tem um couro tão macio que fiquei com a impressão de calçar uma bota usada. Nem me lembrava que estava usando um calçado novo. Normalmente não se usa calçado novo em trilha. Amaciar durante a trilha é uma péssima opção. Mas percebi que não iria ter esse problema logo quando experimentei na loja.

Resumindo a estória, inaugurei meu EPI numa trilha com cerca de 15km, atravessando a Serra da Aratanha (Ceará), iniciando em Maranguape a subida e descendo em Guaiuba .... a trilha foi ótima!

Se você encontrar um EPI desse tipo e souber identificar se o material é realmente couro, resistente à agua, etc ... pode comprar que você vai estar bem calçado, vai fazer a trilha com segurança e vai gastar pouco, muuuuuito menos que marcas como Timberland ou Bull Terrier (esta última eu não recomendo, solta a sola com facilidade).

Abraço a todos!!!


sábado, 30 de janeiro de 2016

Skate depois dos 40

E aí pessoal, tudo bem?


Primeira postagem de 2016 vem com novidades.... skate depois dos 40 hehehehe.

Vocês não imaginam a satisfação que tenho em escrever sobre isso, depois de passar um período meio frustrante no meu retorno ao skate.

Pois é, como eu já havia dito na postagem anterior, intitulada "Fazendo novas conexões neurais II" (foram duas publicações, este link é da segunda), andei de skate durante minha adolescência, por um bom tempo e depois parei.

Resolvi voltar em outubro de 2013 e peguei um skate do tipo street que comprei na centauro, marca Crail.

Na "minha época" (adolescente, nos anos 80) os shapes eram diferentes, não tinham essa parte levantada dos dois lados, nose e tail. Eram retos e, além disso, largos, rodas largas, aquele tipo chamado old shool.

Vou confessar que fiquei bastante frustrado durante o ano de 2014 porque, apesar de ver muitos vídeos e me esforçar pra crescer na volta ao esporte, não tive muito sucesso.


Mas não foi de todo ruim. Nas  pistas de skate consegui subir e descer os banks, inclusive aqueles com 45 graus. Esse tipo de pista e obstáculos não existiam aqui em Fortaleza nos anos 80. Isso já valeu.

De tanto insistir e conversar acabei absorvendo informações importantes e descobri que:
a) Skate comprado em lojas, como esse que eu comprei, apesar da marca, podem te deixar no meio do caminho, frustrado, porque não rendem o que você precisa, são limitados;
b) Nem sempre o estilo que está na moda é o que se adapta melhor a você;
c) Antes de gastar, pesquise, converse, não tenha vergonha de pedir pra olhar, pergunte opiniões.

Por que estou dizendo isso? Primeiro porque esses skates montados, prontinhos pra vender na loja, com preço baixo, na maioria dos casos, são compostos de peças de baixa qualidade (ou insatisfatória). Segundo porque existe muita coisa além de manobras de street, apesar deste estilo ser muito show também. Terceiro porque pode ser que você faça uma despesa sem falar com ninguém, na certeza de que está fazendo a coisa certa e, depois, descubra que teve prejuízo.

Repito, não estou criticando o estilo street. Simplesmente não me adaptei a ele e isso é uma dificuldade minha. Inclusive admiro muito o que a galera consegue fazer no street, existem manobras incríveis. Estou apenas dizendo que existem outros estilos de carrinho que vocês podem curtir, como aconteceu comigo.

O skate street que eu havia comprado só ficou bom depois que eu troquei rodas e os rolamentos. O truck, o shape e a lixa eram bons.

 
Em setembro de 2014, durante minhas pesquisas e depois de assistir milhares de vídeos me deparei com o "surfskate", também chamado de simulador de surf.

É um skate que tem o eixo (truck) dianteiro diferente. Ele permite que você imite os movimentos do surf, estando no chão. Você sequer precisa ficar empurrando o pé no chão (pedalar).

Achei muito legal esse estilo, comecei a ler e a assistir vídeos.

Comprei um simulador Mormaii pelo Mercado Livre, por conta do valor, muito acessível. Com frete e tudo gastei 300 reais.

Amigos, minha evolução dentro das pistas de skate, especialmente no bowl, foi incrível, meteórica.

Me adaptei tão rápido a esse estilo que em 2 meses o simulador Mormaii já não era suficiente. Continuei pesquisando e acabei descobrindo de onde veio essa ideia de simular surf e descobri o nome Carver Skateboards.

Por coincidência, em um dos dias que estava andando na pista de skate da Praia do Futuro, tinha um casal usando um Carver. Encostei imediatamente pra conversar. Em alguns minutos me ofereceram o Carver pra eu testar e pahh (rsrsrs), foi incrível!!!

O Carver original, especialmente com truck CX, é super rápido, solto, movimentos instantâneos, shape largo, alto, rodas largas e macias, excelentes rolamentos ... indescritível, só andando pra ter ideia.

Vendi meu Mormaii e investi no Carver, modelo Knox, com truck CX. Tive que reaprender o uso do simulador, porque ele é beeeem superior ao Mormaii, muuuuito mais solto e rápido, agressivo.

Dentro de mais um mês eu já estava muito mais evoluído.

O que dizer diante disso? Encontrei meu estilo. Engraçado é que a galera que anda com skate street tem receio de andar no meu simulador e eu no deles, dentro do bowl.

Agora eu já consigo dropar e "surfar" no bowl ... é diversão demais.

RECOMENDAÇÃO: Usem sempre equipamentos de segurança (cotoveleira, joelheira, capacete, protetor de punho). É indispensável!!! Já escapei de várias
lesões graves com o uso deles. Como eu sei? Caí e bati forte com joelhos, cotovelo, mão, cabeça .... se estivesse sem nada, tinha me machucado. Usem sempre!

Meu próximo desafio é o Freeline, também chamado de Drift Skate. Pesquisem aí.

Abraço a todos!!!

Vídeo ..... antes do Carver


Vídeo .... depois de 4 meses usando o carver


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Férias na Chapada Diamantina

Olá amigos!


Aproveitei minhas férias entre os meses de setembro e outubro e fui conhecer a Chapada Diamantina.

Peguei um avião até Salvador-BA e, de lá, fui por terra até a cidade de Lençóis.

Apenas uma empresa de ônibus liga as cidades de Salvador-Lençóis, que distam mais de 400km. Como as informações colhidas pela internet não me davam boas referências da empresa de ônibus,
aluguei um carro, inclusive porque a diferença entre o custo das passagens de ônibus e o aluguel do carro era pequena.

Antes de viajar, já havia contratado uma empresa de turismo local e uma pousada em Lençóis, tudo pela internet e telefone. A cidade vive em função do turismo ecológico, é muito bem servida de pousadas e de empresas com guias e locais para alimentação.

Além dos atrativos da Chapada, a própria cidade é histórica, tem uma estrutura simples e muito eficiente e uma noite bastante movimentada. Um ambiente meio retrô, rústico, muito bonito, com uma população local acolhedora.

Quando se contrata uma empresa de turismo, elas montam pacotes de atrativos de acordo com a quantidade de dias que você vai passar na cidade. Assim, dimensionam a quantidade de atrativos que são possíveis conhecem.  No preço do pacote ficam incluídos os lanches e as taxas de entrada de cada atrativo, assim como almoço, quando for o caso.

A cada dia juntam grupos e levam, a pé ou de carro (a depender do atrativo), para conhecer cavernas, trilhas (algumas de 5 dias), quedas d'água, mergulhos em grutas, rapel, tirolesa, etc.  Um prato cheio pra quem gosta de natureza e esportes radicais.

Eu queria ter passado mais tempo. A região é incrível, cheia de riquezas e de história. Não me refiro aqui apenas à história do Brasil, à exploração do diamante e do ouro, mas, se tratando de um sitio geológico dos mais antigos do mundo, você acaba descobrindo locais onde viviam animais pré históricos: tigres dente de
sabre, bichos preguiça gigantes, ossadas humanas com milhares de anos, enfim, algumas das imagens que estou postando podem te mostrar as belezas da região.

Foi uma experiência incrível. Nos grupos que participei, havia pessoas de vários locais do país e do mundo: alemães, suíços, americanos, paulistas, catarinenses, baianos (claro), cearenses, cariocas.

A única coisa que achei que podia melhorar era a propaganda. Você não imagina a quantidade e a qualidade dos pequenos restaurantes na cidade de Lençóis. Culinária regional e outros com comida italiana, argentina, cafeterias de nível
(inclusive porque a região é produtora de café), casa de artigos esportivos ... porém nada disso é divulgado na internet. Foi uma boa surpresa, mas podia ser mais divulgado para atrair ainda mais pessoas, além disso, daria uma dimensão mais precisa do que você vai encontrar na viagem. Confesso que fui meio "no escuro", mas deu tudo certo.

O sinal de telefone celular não é bom e o 3G não pega. Algumas pousadas têm wifi, mas a qualidade também deixa a desejar. No final das contas, isso não interessa porque a finalidade de um passeio assim é se desligar mesmo de tudo.

Existe um aeroporto no próprio município de Lençóis e quem estiver disposto a gastar mais pode ir e voltar mais rapidamente. No entanto, a diferença de preço entre os vôos Fortaleza/Salvador e Fortaleza/Lençóis, era beeeem significativa.

Recomendo demais.

Conheçam o nosso Brasil. Abraço a todos.



MAIS FOTOS ABAIXO !!!




















quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Andropausa - O que é?

Olá amigos,


Outro dia me deparei com o assunto "andropausa" na TV e, como nosso Blog é voltado para a galera mais madura, resolvi buscar informações sobre o tema.

Assim, contando com a especialíssima participação do Dr. Glaycon Michels, da Clínica do Exercício de Florianópolis, vamos conversar sobre essa fase da vida masculina!

Dr. o que é "andropausa"?
É a queda da produção hormonal pelos testículos. A testosterona sanguínea apresenta um declínio gradual e progressivo com o envelhecimento. Atualmente os médicos preferem usar um termo mais preciso: DAEM - distúrbio androgênico do envelhecimento masculino.

A andropausa costuma acontecer com mais frequência a partir de que idade?
A andropausa ou DAEM ocorre com maior frequência a partir dos 40 anos e sendo maior a incidência com o avançar da idade.

Pode acontecer antes dos 40 anos?
Nesse caso na chamamos de DAEM, mas sim hipogonadismo que pode ser primário, associado a alguma disfunção testicular. Ou o mais comum secundário ao estresse.

Quais os principais "problemas" causados pela andropausa?
Os sintomas da queda da testosterona costumam ser:
• Alterações de humor – o típico ranzinza
• Cansaço – A testosterona baixa afeta a qualidade do sono e favorece a perda de massa muscular levando a fadiga crônica.
• Diminuição da libido: é precoce mas acaba sendo atribuída ao cansaço, idade ou ao estresse. A última situação a aparecer é disfunção erétil – perda da qualidade da ereção.
• Perda de massa óssea
• Sarcopenia – perda da massa muscular, muitas vezes com substituição pela massa gorda.
Há ainda aumento da gordura visceral, pois a testosterona é um dos responsáveis pela manutenção do metabolismo basal, levando a aumento dos riscos alguns problemas de saúde como:
• Doença cardiovascular
• Diabetes
• Obesidade
• Hipertensão
• Aumento do colesterol.

Após a visita ao médico, realização de exames e a confirmação de que os níveis hormonais estão realmente apontando para a necessidade de reequilíbrio, quais os tratamentos mais comuns?
- No DAEM - Utilização de testosterona na forma de gel transdérmico ou injetável mantendo os níveis sanguíneos dentro dos valores normais, a chamada modulação hormonal.
- No hipogonadismo – remover ou pelo menos controlar a causa primária e se necessário a modulação.

A reposição hormonal traz apenas benefícios ou também tem efeitos colaterais?
Há pouco tempo atrás se acreditava que a reposição (modulação) trazia riscos de câncer de próstata. Porém estudos recentes (matanálises) têm mostrado que esse risco não existe. Mantendo dos níveis sanguíneos dentro dos parâmetros normais não deveríamos ter efeitos colaterais.

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Interessante, não é pessoal? Se vocês estão nessa faixa de idade e se identificaram com o texto, procurem um médico. Ele avaliará seu quadro e solicitará exames.

Nosso agradecimento e um forte abraço ao Dr. Glaycon Michels!!!

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Stand Up Paddle, remando na prancha.

E aí pessoal, tudo bom?


Stand Up Paddle (SUP), ou seja, remar de pé, é uma atividade que caiu de vez no gosto da galera.

Não preciso explicar aqui do que se trata, afinal já faz um tempinho que o "SUP" se disseminou pelo Brasil.

Como eu adoro novidades, é óbvio que há meses venho praticando SUP entre uma pedalada e outra, um surf e outro, enfim, se der saudade eu pego minha prancha e vou.

Já usei pranchas rígidas alugadas. Atualmente estou usando uma inflável. Fui com ela ao mar, em situação de tranquilidade e mar revolto. Sinceramente não recomendo SUP inflável no mar. Ela não corta as ondas e se torna tão instável em determinados momentos, que atrapalha a diversão.

Para travessias
Para usar em lagoas ou águas tranquilas é ótima, mas seu desempenho no mar, mesmo para um amador, é incomparavelmente inferior ao da rígida com bico fino.

SUP Surf
No entanto, pra quem não tem espaço pra guardar uma prancha enorme em casa, ou vai usar em situações de água calma, ou até mesmo onde haverá impacto com pedras, a preferência é pela inflável.

Assim como no surf, tem um modelo de prancha de SUP para cada especialidade: travessias, surf, race (corrida), rafting (descida de corredeiras), pesca, ioga, etc.

A atividade em si é muito divertida. É algo meio lúdico, que envolve bastante equilíbrio e exige da musculatura das pernas, abdome, braços, respiração, em resumo, cardio-respiratória beeeem legal mesmo.

Há cerca de duas semanas participei de um evento muito bacana. Uma pequena travessia no mar, num trecho entre quebra-mares, ou seja, não era mar aberto. Foi um grupo razoavelmente grande. O registro está abaixo (vídeo).

SUP Pesca
Outra coisa bem legal do SUP é que a atividade não tem impacto, você fica em pé remando e se cair não vai ser no chão, rsrsrsrs. Não sinto forçar os joelhos. Dá pra suportar numa boa.

Se não estiver a fim de gastar dinheiro numa prancha ou deseja praticar a remada só eventualmente, vocês podem ficar alugando pranchas, não custa tão caro. Aqui em Fortaleza, já vi preços variando de 15 a 50 reais por hora. Depende do lugar e da qualidade da prancha.

Você só não pode deixar de experimentar. Vale à pena, é diversão na certa. Assistam os vídeos e vocês verão.

O condicionamento físico vem com a constância da prática. Eu, pessoalmente, gosto muito dos efeitos, físicos e mentais.

Abraço a todos!!!




quarta-feira, 13 de maio de 2015

Minha rotina semanal de atividade física

Olá amigos,


Eu não gosto de "malhar" na academia. Já fiz muito isso, mas depois dos 35, academia perdeu a graça. Detesto ficar em ambiente fechado.

É por isso que eu fico fazendo mil coisas, atividades ao ar livre, como correr, skate, surfar, pedalar, remar, wakeboard, trilhas, etc. (inclusive lembrei agora que tem algum tempo que não ando de skate nem patins).

Há cerca de dois meses estabeleci uma rotina, que não é muito rotina. Na verdade, todo dia eu faço alguma coisa. Assim, durante a semana, quando é possível, surfo no final da tarde, quando não, pedalo à noite, corro, enfim, de forma que pelo menos 3 dias úteis fiquem ocupados.

Tem dias que consigo pegar uma ondinha e pedalar em seguida.

Os dias de final de semana, não têm descanso. É surf ou Stand Up Paddle.


Adquiri uma prancha inflável de 10 pés, Oxer (1o. vídeo), e estou me desenvolvendo na remada também. Essa prancha do segundo vídeo é alugada.

Só lembrando que estou com 47 anos e a pretensão deste blog é registrar minha disposição física enquanto for envelhecendo, praticando atividades físicas e levando uma vida com alimentação saudável.

Não lembro a última vez que ingeri bebida alcoólica. A bebida se afastou da minha idéia de diversão naturalmente. Nem lembro que existe. Se algum dia tiver que tomar uma taça de vinho, eu tomo, mas não sinto atração pela "diversão de beber", e acho que isso tem me ajudado.

Parei de fumar há mais de 15 anos, graças a Deus sem sequelas, nem foi por imposição médica. Parei porque quis. Eu fumei dos 15 aos 35 anos.

Periodicamente entro numa fase de preguiça, mas acho que é normal, tipo cíclico. Nesses períodos , que ocorrem umas 2x ao ano, tenho paciência e não forço muito a barra. Depois de umas duas semanas o gás volta.

Atualmente estou no pique, todo gás! E espero que a preguiça não chegue tão cedo.

Não sei se essa estratégia de atividades pode ser sistematizada, nem se está "certo" fazer isso, mas estou me sentindo bem e as coisas se encaixaram bem pra mim desse jeito, até mesmo por causa do meu tempo, do meu trabalho, família e tal.

Pode ser que outras pessoas tenham mais (ou menos) tempo disponível. Daí vão se divertir mais (ou menos), ou terão que usar academia, em horários fixos. Vai depender muito da disposição e disponibilidade. tem gente que diz que eu exagero, outros acham que eu estou fazendo como faz o "pato" (faz um monte de coisas: nada, voa e corre, mas faz nada disso faz direito) kkkkkk.

Só sei que tenho bastante disposição e isso tudo me faz muito bem.

O período de chuvas aparentemente terminou aqui em Fortaleza. Vai dar pra voltar ã rotina de trabalho de bicicleta.

Inclusive tem uma viagenzinha marcada de bike neste próximo final de semana: 100km. Acho que vou de bike fixa.

A bike fixa é uma nova paixão que estou descobrindo. Agradeço muito a Deus pela minha saúde.

Abraço pessoal, até a próxima!