domingo, 23 de fevereiro de 2014

Limpeza do capacete.

E aê pessoal, tudo bom?


Este fim de semana criei coragem pra fazer um servicinho meio chato.

Capacete CB300R
Gosto muito de tarefas manuais, mecânica, elétrica, hidráulica, engraxar sapato, limpar e consertar computador, fazer a barra da calça, lavar o carro, a moto, soldar cabos, consertar ventilador, reparar uma fechadura, ou seja coisas de casa que todo mundo pode (e deveria) fazer, mas tem coisas que às vezes você fica adiando porque realmente é chato rsrsr.

Limpar capacete é uma das tarefas que eu considero chatas. Eu acredito que é porque o resultado não é imediato, tem que esperar secar. Mas não é difícil.

Quem usa capacete sabe que, com o tempo, o forro do começa a perder aquele cheiro agradável e começa a ficar com cheiro de cabeça kkkkk, isso aí, cheiro de cabeça. Tô falando de CAPACETE MOTOCICLISMO hein!

Pode ser a pessoa mais cuidadosa do mundo, mas é normal. O sol aquece o capacete, a cabeça libera suor e o forro, naturalmente absorve aquela umidade. Assim a poeira vai aderindo, não tem jeito, fica sujo mesmo. Quem tem caspa, não cuida da higiene do cabelo, aí nem se fala. Não é o meu caso, até mesmo porque eu quase já não tenho mais cabelo; tenho o maior cuidado com os valentes que permanecem no couro cabeludo kkkkk.

Dizem que o período de "validade" de um capacete é de 3 anos. Não encontrei qualquer legislação regulamentando isso, mas essa validade é por conta do afundamento das esponjas que ajustam a distância entre a cabeça e o isopor do capacete.

Como as esponjas vão perdendo a flexibilidade, afundando, vai ficando uma folga no capacete e, como esse equipamento tem que ser usado bem justinho, já sabe né?

Pode ser até que esse prazo seja maior, quem sabe 5 anos. Isso vai depender do uso diário, se não levar pancadas nesse período (quedas e choques), se o enchimento estiver firme, etc.

Já pensou se, na hora que você precisar do capecete, ele rodar na cabeça?

Mas voltando ao assunto da limpeza, o forro do meu capacete ainda está firme, apesar dele ter mais de 3 anos.

Capacete CB300R
Tenho 3 capacetes, mas resolvi dar um trato nesse aqui da foto, um capacete da Honda que eu comprei quando adquiri uma Twister 250. Excelente capacete, quando você calça, sente logo o ajuste confortável. O acabamento, viseira resistente, pintura, fivelas, tudo muito bom (claro que existem melhores, mas esse é um intermediário muito bom mesmo).

Nesse intervalo de tempo, superior a 3 anos, lavei o forro dele 2 vezes, com essa agora são 3 lavagens.

Mas uma coisa me incomodava: o cheiro. Ele nunca ficava "cheiroso". Mas eu tô falando cheiroso meeeeesmo, com aquele cheiro de dar gosto. Eu conseguia tirar o sujo e deixar ele sem qualquer odor, mas não ficava cheiroso pra valer. Porém, dessa vez, usei um ingrediente especial hehehe

Meus capacetes sempre são daqueles que permitem tirar o forro e lavar (laváveis). Ah, inclusive dá pra fazer a mesma coisa com capacetes de bike hein! Tem alguns que você pode destacar o forro e lavar, ou substituir, comprar uma espécie de "refil".

Eu poderia fazer a mesma coisa com o meu capacete, trocar o forro, mas ele não é desses fáceis de achar peças, viseira, forro, dispositivos de trava, etc. Então melhor lavar mesmo.

Coloquei água com sabão em pó num balde, tirei o forro e deixei de molho uns minutos. Nesse intervalo de tempo a sujeira amolece.

No caso do meu capacete o forro se divide em três partes, uma superior e duas laterais. Depois do molho, você pega nas partes do forro e percebe a poeira e uma agua escura se soltando.

Eu esfreguei um pouco, troquei a água e fiz o enxágue com água limpa, até a água escura parar de escorrer. Tem gente que usa amaciaste no enxágue.

Depois que ficou seco, tudo pronto pra montar, percebi que ele estava apenas com o cheiro do sabão em pó, cheiro de limpo, nada demais.

Foi aí que me veio na memória um spray que eu tinha comprado na Centauro (EU NÃO SOU GAROTO PROPAGANDA DE NINGUËM VIU rsrssr). É o "Limpa Tênis Oxer".

Originalmente eu tinha comprado esse spray para limpar meus tênis, tipo uma limpeza a seco. Você aciona o spray e, quando ele entra em contato com o nylon, imediatamente faz uma espuma, tipo espuma de barbear, sabe?

Fiz o teste, apliquei a espuma e segui as mesmas instruções que sempre uso pra limpar os tênis.

Caramba, pense num capacete cheiroso!!! Ficou com cheiro de novo.

Esse spray é feito pra tirar sujeira e perfumar. Deu beeeem certinho rsrsr. Gostei demais do resultado.

Eu podia ter usado só ele (o spray), sem lavar o forro antes, como faço com os tênis, mas acho que não tinha ficado tão limpo e cheiroso como ficou.

Na próxima eu troco de capacete. Não estou a fim de procurar forro novo. Quando precisar de outra lavagem vou comprar outro capacete.

Fica a dica aí galera!

Abraço a todos.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Moto ou scooter?

Olá amigos,




Yamaha - RX 125
Em 1983 tive meu primeiro contato com uma motocicleta. Meu irmão mais velho, saudoso Plácido Antonio (falecido), comprou uma Yamaha RX 125 que eu achava o máximo (igual a essa da foto). Naquela época eu andava muito de bicicleta, era meu transporte principal, então o assunto "duas rodas" era apaixonante.

No entanto, como eu era pivete, meu irmão não me emprestava a moto. Como ele usava pra trabalhar, no fim de semana ela estava imunda. Ele me botava pra lavar a Rx-zinha e só assim eu conseguia dar uma volta na rua onde a gente morava, no bairro de Fátima, aqui em Fortaleza mesmo.

Era só ir até a esquina e voltar uma única vez kkkk, mas era bom demais. Eu ia beeeeem devagar pra o passeio demorar ao máximo.

Yamaha - RX 180
Depois dela, ele possuiu uma RX180 (Yamaha), que era uma super moto. Naquele tempo, as motos de maior cilindrada não eram muito acessíveis. Naquele período também eram populares a  Honda 400/450 (que era um verdadeiro tanque de guerra) e da XL 250 (mas essas eram meio caras).

Depois da RX 180 ele comprou uma Yamaha TT125, que ele acabou me dando e essa foi minha primeira moto. Estava toda acabadinha mas era minha. Isso provavelmente ocorreu em 1987. Eu ia pra faculdade na TT125 (Unifor), e fazia fumaça demaaaaais kkkkk. Minha mãe custeou a recuperação da moto na oficina do
Yamaha TT125
"Fininho", que ficava ao lado da Italpeças (única revenda Yamaha que existia em Fortaleza por muitos anos).

Mas era meu transporte e eu adorava aquela moto. Eu achava o máximo o design off road dessa pequena moto de 2 tempos. Quando eu estava a 5 quarteirões de casa o cachorro já sabia que era eu, porque o barulho do escapamento era muito alto, kkkk.

Depois desse período já andei em tanta moto que nem lembro direito. 

Honda XRE 300
Tive uma RX125 bem parecida com a primeira moto do meu irmão, uma Agrale 16.5 vermelha refrigerada à água, uma Honda 400cc (caindo aos pedaços rsrs), uma Honda biz (pouquíssimo tempo) uma Yamaha RD 135, uma Honda CG 125, uma Honda Titan, duas Honda Twister 250, uma Honda XRE 300.

Minha XRE 300 dourada era uma máquina e tanto. Tanto tinha presença, como motor. A moto era linda mesmo, tanto que a Honda ainda está fazendo com o desenho praticamente igual. Fiz uma viagem sozinho nessa moto pelo litoral do Ceará, que foi inesquecível, encarando asfalto e areia, na boa, sem nenhum problema, só alegria. Uma fera, mesmo com pneu misto nas dunas. Mas tinha que saber acelerar. 

Aí meus amigos, quando as cilindradas estavam começando a aumentar, eu tive que fazer um downgrade kkkk .... família crescendo; os investimentos e o foco tinham de ser outros.

Os carros voltaram a ser prioridade pra transportar todo mundo de casa. Mesmo assim, mantive sempre uma moto na garagem pra não perder o laço com as duas rodas.

Suzuki Yes 125 se
Minha penúltima moto foi uma Suzuki Yes 125SE e, por conta do dia a dia, transporte de menino pro colégio, etc, eu andava pouquíssimo na bichinha.

No entanto, mesmo estando parada, a moto vai se acabando do mesmo jeito. São outros fatores: bateria que não carrega por falta de uso, poeira que vai incrustrando e criando ferrugem nas partes cromadas; gasolina que vai ficando velha, sujando tanque e entupindo carburador .... bom, é um saco ficar só fazendo manutenção sem usar.

Aí começou o dilema de vender a moto. Comecei a botar na cabeça de vender a Suzuki, vender, vender, vender e percebi que o dinheiro que pagariam não compensava, era melhor ficar com ela guardada. Até que, quando já tinha quase desistido, fui numa revenda Suzuki e recebi uma boa avaliação. O detalhe é que a avaliação era na troca por uma nova kkkkk.

Como eu tinha acabado de trocar de carro (e a moto ia ficar apenas para pequenos percursos, só pra diversão mesmo) fiquei numa dúvida danada do que escolher.

Eu só tinha na cabeça que não queria gastar demais, afinal o "dinheiro" ia ficar mais tempo parado na garagem que rodando, então pensei: vou pegar uma coisa diferente. Eu sempre tive vontade de andar de scooter, mas não tinha coragem de comprar uma porque pensava: - Essas "lambretinhas" não devem prestar.

Nada é unanimidade e eu sempre tenho na cabaça que há opinião pra tudo; então, nesses assuntos, preciso levar em consideração a opinião da maioria (se tiver fundamento) e tomar a decisão. 

Aí então comecei a pesquisar e constatei que as reclamações eram menores que os elogios feitos à scooter Burgman 125i, da Suzuki.

Suzuki Burgman 125i
Pesquisei bastante mesmo. Os primeiros modelos, com carburador, os novos com injeção eletrônica, levei em consideração o uso que eu pretendia dar à moto que ia comprar e acabei gastando mais um pouco e adquirindo uma "lambretinha" rsrs.

Tem pouco tempo de uso. Estou completando a primeira semana, em pequenos percursos, mas estou achando ótima.

A saída dela no sinal é muito boa: bom troque e não fica atrás de nenhuma outra.

Super macia. A vibração do motor é quase imperceptível, bem menor que qualquer uma das motos que eu já tinha usado. 

Painel da "Burguiminha"
Os espaços para levar pequenas bagagens também facilitam minha vida. Seja embaixo do banco, seja no pequeno "porta luvas" que tem na frente, ou mesmo no gancho pra carregar sacolas, você nunca precisa ficar com os bolsos cheios (da pra guardar carteira, celular, livro, paletó, etc.).

O design dela é muito bonito mesmo (e a cor ajuda na visualização pelos motoristas de carro).

Uma coisa que sempre me preocupou foi sofrer uma colisão lateral de um automóvel e quebrar ou esmagar a perna. Na scooter esse problema de esmagamento é mais difícil, porque suas pernas estão dentro de um vão, livre; não tem o tanque e o motor pra fazer um sanduíche com o pará-choque do carro.

Passar marcha numa moto, pra quem está acostumado, é coisa automática. A gente até prefere, pra ganhar giros de aceleração, reduzir na hora que quiser e tal, mas a opção de apenas acelerar também é muito legal, estou gostando.

Só tenho três reclamações por enquanto: 

  • a) os freios são meio borrachudos mesmo, como falavam nas pesquisas que fiz. Não adianta apertar porque o tempo de resposta deles é bem mais lento, então você tem que andar de olho láaaaa na frente e antecipar suas decisões;
  • b) a retomada de velocidade é mais lenta realmente. se estiver andando rápido e diminuir, a retomada vai ser mais lenta. Acredito que seja por causa do câmbio automático. Você não pode pular pra uma redução, então tem que esperar o motor crescer por conta dele mesmo.
  • c) No começo você sofre um pouco com os buracos, até lembrar que os pneus são menores e precisa desviar com mais freqüência das irregularidades da pista. Já estou quase acostumado com isso.


No mais estou adorando. O banco é super confortável, é fácil levantar ela no cavalete central, a trava de direção e do banco são no mesmo local e isso facilita as coisas. Mesmo amaciando o motor estou percebendo que o consumo dela é baixo (ou seja, a amarelinha é mesmo econômica como falavam nas pesquisas).

Amigos, por enquanto é só! Depois a gente fala mais de motos e scooters.

Pra quem gosta de Scooter, vale a pena olhar Gosto de Scooters, Scooter Diário e (no face) Scooter no faceBurgman 125i no face

***** relendo este post hoje (01/jun/2017) percebi que deixei de falar das duas Twister 250cc da Honda que já fizeram parte da minha vida. Pois é, teve essas duas também hehehehehe.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Experiência com Triciclo

Olá amigos,


Quero partilhar hoje com vocês o início de minha experiência com os chamados "triciclos".

Se você pesquisar no YouTube sobre esse assunto vai encontrar resultados mais rapidamente com a palavra chave "recumbent trike".

"Recumbent", em inglês, significa "inclinado" ou "reclinado". Acredito que "trike" é uma variante de "bike", já que a bike tem duas rodas (bi-ke) e a trike tem três (tri-ke).

O nome em português seria então "triciclo reclinado" (pela posição de pilotagem).

A primeira vez que vi um triciclo reclinado desses foi num passeio em grupo, aqui mesmo em Fortaleza. Fui conversar com um dos usuários e descobri que ele mesmo fabricava a Trike. Não há quem veja esses triciclos e não tenha vontade de sentar e pedalar, porque é curioso. Surge logo a pergunta, como seria pedalar uma dessas? É natural rsrsr.

Como todo bom curioso comecei a pesquisar sobre as recument trikes e encontrei várias vantagens. Me animei, fui na oficina do Manoel (fabricante), conversamos algumas vezes e resolvi encomendar uma pra mim.

Em teoria (que pude constatar na prática) a trike me traria as seguintes vantagens, em relação à bike:
- O peso do piloto fica distribuído por uma área muito maior que o selim da bike, o que certamente diminui a pressão e o desconforto que sentimos quando se pedala por muito tempo (nádegas);
- A aerodinâmica durante a pedalada é muito boa. A posição reclinada para trás, com os pés para frente, faz com que o piloto corte o vento mais eficientemente. Normamente, numa bike tradicional, o peito funciona como área de resistência;
- As mãos não sofrem com o peso do corpo. Muitas vezes, durante uma pedalada mais prolongada de bike as mãos ficam formigando;
- Como a trike tem três rodas, você não precisa se preocupar de colocar o pé no chão, não se desequilibra, não cai (rsrsr);
- O centro de gravidade muito mais baixo que uma bike também faz diferença quanto à estabilidade;
- Você não deixa a coluna arqueada, mas reta e apoiada;
- Velocidade média das retas igual ou superior à bike e, sem dúvida, superior nas descidas;

Quem pretende usar pra trabalhar pode adaptar uma maletinha ou alforge atrás. Fica bem bacana, como nesse modelo que o Manoel fez.

Claro que nada é somente vantagem. O transporte da trike no carro é mais trabalhoso e ela não é tão boa quanto uma bike nas subidas, porque seu peso é maior. Além disso, já ouvi comentários que o fato da trike ser baixa poderia incomodar em pedaladas durante o horário mais quente do dia, porque o piloto fica muito perto do chão (isso nos locais quentes como o Ceará. Noutras cidades de clima mais moderado isso não seria problema). Num engarrafamento, onde não há ciclofaixas ou ciclovias, você pode ficar parado também.

(detalhe do freio à disco)
Aparentemente a Recumbent "Bike" (bicicleta reclinada) é a melhor de todas. Só não vou falar dela agora porque realmente ainda não usei nenhuma, mas parece que ela ganha da bike e da trike.

Percebi que os carros respeitam bastante o trike, guardando distância. É fácil visualizar, seja por causa do tamanho, seja pelas luzes de alerta, seja pela bandeirinha que usamos atrás.

Veja abaixo um vídeo que postei no YouTube de um passeio que fizemos outro dia. Vale à pena conferir.

Um abração e boas pedaladas!!!



sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Atenção homens: bike x próstata

Olá amigos,

Mais uma vez o Dr. Bruno Noronha vem conversar conosco sobre aspectos médicos importantes relacionados à prática esportiva.

Dessa vez, ele fala acerca de um assunto que interessa muitos homens praticantes do ciclismo: a próstata

Diz aí Dr. Bruno.........

A próstata é um glândula vizinha da bexiga. O seu funcionamento habitual é imperceptível mas as suas modificações provocam muitas vezes perturbações urinárias....
Na utilização da bicicleta, a posição sentada pode pôr em contacto com o selim toda ou parte da próstata.

Esta justaposição pode explicar por vezes a inflamação da glândula, as dores e, eventualmente, uma elevação da taxa de PSA, sem que isto esteja demonstrado formalmente.
Nenhum estudo científico demonstrou uma correlação entre a prática do ciclismo e o aparecimento (ou o agravamento) dum adenoma prostático.
Os problemas provocados pelo selim são as uretrites (inflamação do canal urinário) causadas pela pressão.
É muito bom você saber que:
  • A detecção precoce do câncer de próstata, ou seja, o diagnóstico no estágio inicial da doença, possibilita um tratamento eficaz e se previne as complicações, visto que, nessa fase, há um grande percentual de cura mediante radioterapia ou cirurgia, além da maior eficiência das outras formas de controle;
  • Nos indivíduos que fazem “check up” anual, os tumores da próstata são diagnosticados em fases realmente iniciais, com PSA abaixo de dez, e nesses casos há grande probabilidade de cura completa mediante tratamento cirúrgico ou com radioterapia;
  • A partir dos 50 anos, todo homem deve procurar anualmente um médico urologista para fazer uma avaliação clínica da próstata, ainda que esteja se sentindo bem e não tenha história de câncer na família. Essa avaliação consiste no toque retal (dada a proximidade da próstata com o reto), um exame indolor que permite ao médico identificar também outras lesões na região, tais como tumores localizados na porção terminal do intestino grosso. A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que nessa faixa etária, todo homem realize, também, um exame de sangue para dosar o Antígeno Prostático Específico (PSA), substância que, quando elevada, pode indicar problemas prostáticos;
  • Para homens que têm antecedentes familiares de câncer de próstata, a prevenção deve começar mais cedo, aos 40 anos de idade, devendo incluir o Toque Retal e a Dosagem de PSA no sangue, anualmente. O mesmo vale para homens da raça negra, grupo no qual há uma incidência maior (37%) do câncer de próstata;
  • Uma característica clínica importante do câncer de próstata é que seus sintomas aparecem muito tardiamente, ou seja, quando a neoplasia atinge a cápsula prostática. Os sintomas característicos de problemas na próstata, como dor e dificuldade para urinar são causados pelo aumento de volume da próstata e que, via de regra, estão relacionados a alterações benígnas dessa glândula
(Conheçam o blog do Dr. Bruno Noronha)

domingo, 17 de novembro de 2013

Localização via satélite

Olá,

Passei uns dias viajando e distante das publicações, mas vamos retomar a escrita. Hoje vou partilhar com vocês umas coisinhas interessantes sobre monitorar seus trajetos.

Minhas 3 bicicletas têm velocímetro, não é nada demais, um velocímetro simples (cateye), que me permite aferir:
- Distância total de rodagem da bike (odômetro);
- Distância parcial (trechos) (odômetro parcial);
- Tempo de pedalada;
- Velocidade média da pedalada;
- Velocidade máxima alcançada;
- Relógio com tempo real.

Acredito que esse pequeno "computador" auxilia bastante o deslocamentos. Você se avalia, consegue analisar e programar futuros deslocamentos, etc.

Mas há outras formas mais precisas e com mais recursos que podem nos ajudar nas atividades físicas, algumas gratuitas.

No celular:
O Google, por exemplo, disponibiliza um aplicativo gratuito para o Android (celular), que permite o registro do seu trajeto em mapa, gráficos e estatísticas. É o "Minhas Trilhas" (ou My Tracks).

Basta ativar o aplicativo (deixando o GPS do celular ligado), ligar o "rec" e sair, seja a pé, de carro, de moto, de bike, de skate, seja lá como for, ao final do percurso, você aciona "stop" e pronto. Tudo está gravado e pronto para pesquisas futuras (com possibilidade de exportar os dados). Os dados mais importantes para mim são:
- O mapa em si, com a trajetória precisa, nome de ruas, ponto de largada e chegada;
- Gráficos de elevação e velocidade durante o trajeto;
- Estatísticas de distância, velocidade, tempo, etc.

Além desse aplicativo, há o Strava (para ciclistas), também para celulares com sistema Android, de download gratuito. Ele fornece informações quase iguais ao "Minhas trilhas", mas além daquelas funções permite desafios com amigos (também usuários) através da comparação dos dados no mesmo percurso.

A desvantagem desses métodos (em celular) é que você precisa levar o aparelho com você e o consumo da bateria aumenta consideravelmente.

Em GPS:
Pessoamente não uso GPS de pulso. Porém, um amigo que usa me mandou um relatório do GPS de pulso que ele usa, um Garmin Forerunner 610, 2.80

O aparelhinho é "caro pa dedéu". O relatório é bem parecido com aquele que é criado pelo celular, mas é muito mais detalhado. Grande vantagem desse GPS é não acabar com a bateria do celular.

Outra vantagem bacana é que, com ele no pulso, você pode correr, andar de bike, etc ... ou seja, é bastante versátil e não "pesa". Você tem muitas funções, num único equipamento, leve e prático.



No balanço geral, em face dos prós e dos contras, na minha opinião, tudo depende do que você pretende fazer (e registrar) e do quanto dispõe pra investir, mas se dispuser recursos pra investir num GPS de pulso, acredito que seja melhor. Menor peso, menor gasto de energia.

De qualquer forma, um "velocimetrozin" pra bike é fundamental ;)

Abraço a todos.

sábado, 5 de outubro de 2013

Fazendo novas conexões neurais.

Olá amigos!


Ultimamente a vontade de andar de skate está voltando. Peguei meu Ripstik outro dia, fui dar uns rolês na beira mar e foi ótimo.

Foi então que resolvi que estou precisando aprender coisas novas, dentro do que já sei. Em outras palavras, lembrei de reportagens que alertam sobre os malefícios de cair na rotina e limitar a atividade cerebral. Em consequência, pensei nos benefícios de aprender coisas novas e estimular nova conexões neurais (dizem que mudar a mão que ensaboa o banho ou que escova os dentes, também ajuda a fazer "exercício" com o cérebro).

Olivier Bareau

Lancei um novo desafio a mim mesmo: Aprender a fazer o ollie no skate.

Estou certo de que desenvolver essa atividade vai me trazer benefícios do tipo:
- desenvolver conexões neurais (rsrsrs);
- melhorar o equilíbrio;
- movimentar outros grupos musculares;
- gastar mais calorias; etc, etc, etc.
- além do que, o ollie é básico para manobras mais avançadas.

Provavemente não vou chegar a fazer um ollie tão monstruoso como esse ao lado, mas se eu conseguir subir uns 30/50cm tá de bom tamanho (já dá pra subir e descer calçadas).

Aqui em Fortaleza tem umas pistas legais pra se divertir com skate/patins.

Vou adotar uns videos/tutoriais como esse abaixo pra começar a desenvolver os movimentos. É o tipo da coisa que dá pra treinar em casa (se o pessoal que mora com você não reclamar do barulho rsrsrs).

Vamos ver no que vai dar .... vou postando os registros à medida que for evoluindo.

Leiam as curiosidades abaixo.




OS DADOS ABAIXO FORAM OBTIDOS NO SITE "MINHA VIDA, saúde alimentação e bem estar"

EXERCÍCIOS PARA QUEBRAR A ROTINA:
1- Use o relógio de pulso no braço direito
2- Ande pela casa de trás para frente
3- Vista-se de olhos fechados
4- Veja as horas num espelho
5- Troque o mouse do computador de lado
6- Escove os dentes utilizando as duas mãos
7- Quando for trabalhar, utilize um percurso diferente do habitual
8- Introduza pequenas mudanças nos seus hábitos cotidianos, transformando-os em desafios para o seu cérebro
9- Faça alguma atividade diferente com seu outro lado do corpo e estimule o seu cérebro. Se você é destro, que tal escrever com a outra mão?

EXERCÍCIOS DE MEMORIZAÇÃO:
1- Ao entrar numa sala onde esteja muita gente, tente determinar quantas pessoas estão do lado esquerdo e do lado direito. Identifique os objetos que decoram a sala, feche os olhos e enumere-os
2- Experimente memorizar aquilo que precisa comprar no supermercado, em vez de elaborar uma lista. Utilize técnicas de memorização ou separe mentalmente o tipo de produtos que precisa. Desde que funcionem, todos os métodos são válidos
3- Ouça as notícias na rádio ou na televisão quando acordar. Durante o dia escreva os pontos principais de que se lembrar

EXERCÍCIOS COM PALAVRAS E HABILIDADES COGNITIVAS:
1- Estimule o paladar, coma comidas diferentes
2- Leia ou veja fotos de cabeça para baixo concentrando-se em pormenores nos quais nunca tinha reparado
3- Folheie uma revista e procure uma fotografia que lhe chame a atenção. Agora pense 25 adjetivos que ache que a descrevem a imagem ou o tema fotografado
4- Quando for a um restaurante, tente identificar os ingredientes que compõem o prato que escolheu e concentre-se nos sabores mais subtis. No final, tire a prova dos nove junto ao garçom ou chef
5- Selecione uma frase de um livro e tente formar uma frase diferente utilizando as mesmas palavras
6- Experimente jogar qualquer jogo ou praticar qualquer atividade que nunca tenha tentado antes
7- Compre um quebra cabeças e tente encaixar as peças corretas o mais rapidamente que conseguir, cronometrando o tempo. Repita a operação e veja se progrediu
8- Recorrendo a um dicionário, aprenda uma palavra nova todos os dias e tente introduzi-la (adequadamente!) nas conversas que tiver
9 - Ao ler uma palavra pense em outras cinco que começam com a mesma letra.

HÁBITOS SAUDÁVEIS:
Outra atitude indispensável para manter a memória sempre afiada, é prestar atenção na qualidade de vida. O neurologista Ivan Okamoto sugere um estilo de vida mais tranquilo, com alimentação balanceada, sem vícios e com a prática regular de exercícios físicos para manter o corpo e a mente saudáveis.
"A melhor maneira de manter a memória em dia é cuidar da saúde, por isso é importante evitar cigarro e bebidas alcoólicas, seguir uma dieta equilibrada, praticar exercícios e exercitar o cérebro. Manter a atividade mental, seja trabalhando ou participando de alguma atividade em grupo, ajuda a elevar a autoestima e deixar a memória a todo vapor", explica o especialista.

*****


Abraço a todos!

Petrus.


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Retrovisor - Segurança no trânsito

Olá!

Amigos, quero partilhar com vocês algumas imagens e um vídeo de um acessório importantíssimo para quem usa a bike no trânsito, o retrovisor.

Como eu também uso motocicleta estava sentindo muita falta de um retrovisor para me assegurar da ausência de veículos para mudança de faixa, sem a necessidade de ficar virando a cabeça e olhando pra trás.

Muitas vezes, nesse movimento, você gira levemente o guidão para a esquerda e invade a faixa, podendo se acidentar.

Contudo, não foi fácil encontrar retrovisores nas lojas aqui aqui Fortaleza, salvo aqueles kits de acessórios de bicicletas infantis, que trazem uns espelhos minúsculos, e foi a partir disso que fiz um retrovisor de capacete, parecido com os que eu já tinha visto pela internet.

No vídeo e nas fotos abaixo você vai entender como eu fiz para adaptar o retrovisor na aba do capacete. A visibilidade é excelente, posso garantir. É só questão de ajuste, como os retrovisores de automóveis, e costume.

Estou me sentindo muito mais seguro depois que comecei a usar o retrovisor.

Ah! Uma observação, nos capacetes com aba flexivel, é possível que o espelho balance um pouco. A aba do meu capacete é rígida e, sendo assim, o espelho não vibra, mantendo uma excelente visão do que se passa atras e do lado esquerdo.

Abraço a todos!

Petrus